R: O Conselho da primavera de 2009 mandatou a Presidência, a Comissão e os Coordenadores Nacionais da Estratégia de Lisboa, a lançarem o debate e a preparação do futuro da Estratégia de Lisboa pós 2010.
Hoje existe um consenso muito alargado em que a Estratégia de Lisboa faz todo o sentido, na sua filosofia e visão, devendo ser garantida a sua continuidade com inovação, tendo presente, por um lado, a sua flexibilidade e, por outro, os novos desafios, nomeadamente decorrentes da crise actual, mas não só.
O debate está lançado, nomeadamente no tocante à visão para a posição da Europa no Mundo, a compatibilidade competitividade/coesão, a dimensão social da Estratégia de Lisboa e a sua dimensão externa, a sua apropriação e governabilidade, incluindo os seus instrumentos de acção. Este debate deve ser aprofundado em cada País e a partir da Comissão Europeia.
A Comissão lançará no Outono uma audição pública, a partir de uma base de referência para a qual Portugal dará, como o tem feito sempre, um contributo activo, da qual sairão propostas a apresentar ao Conselho da Primavera de 2010, sob Presidência Espanhola.